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Terminais e servidores

Cada terminal é um cartão: um Claude Code, um Codex, um shell ou qualquer programa, no seu computador ou num servidor por SSH. Os servidores ficam cadastrados com as senhas no cofre do sistema, e as sessões continuam vivas quando a rede cai ou o app fecha.

Novo terminal

MacWindowsLinuxdesde a 1.0.0

Abre um terminal com Claude Code, Codex, um shell ou qualquer outro comando, no seu computador ou num servidor cadastrado. Nome, pasta, conversa, quantidade e aparência ficam numa folha só.

A folha Novo terminal com o Claude Code escolhido
A folha Novo terminal com o Claude Code escolhido

Passo a passo

  1. Aperte ⌘TCtrl+Shift+T. Ou, com nada escolhido, use a ferramenta Terminal (T) e clique no canvas onde o cartão vai ficar; arrastando, você desenha o tamanho.
  2. No alto da folha, escolha Claude Code, Codex ou Shell. O bloco preenche o “Nome” e o “Comando”.
  3. Em “Comando”, deixe o do bloco ou digite outro programa. Vazio abre um shell.
  4. Em “Onde”, escolha “Este Mac” (“Este computador” no Windows e no Linux) ou um servidor cadastrado. Em “Pasta”, digite o caminho ou clique no botão de pasta para navegar.
  5. Com Claude Code ou Codex, ligue “Mostrar como chat” para abrir a conversa no chat do Octopus, e “Maestro” se quiser que ele monte um time.
  6. No rodapé, em “Aparência do cartão:”, escolha o ícone e a cor.
  7. Clique em “Criar terminal” (ou “Criar 3 terminais”, conforme a quantidade).
Novo terminal⌘TCtrl+Shift+T

A folha lembra a última pasta usada em cada máquina. Trocando o “Onde”, a pasta passa a ser a última daquela máquina. O pé do cartão mostra a pasta, ou servidor:pasta quando ele roda num servidor.

Veja tambémConversa e QuantidadeEscolher a pastaChat | TerminalLigar o Maestro

Conversa e Quantidade

MacWindowsLinux

Com Claude Code ou Codex, o campo “Conversa” abre uma conversa nova, a última daquela pasta ou uma que o agente salvou ali. “Quantidade” cria de 1 a 4 terminais iguais de uma vez.

O menu Conversa com as conversas salvas da pasta
O menu Conversa com as conversas salvas da pasta

Passo a passo

  1. Escolha Claude Code ou Codex e a pasta do projeto. O campo “Conversa” aparece ao lado da pasta.
  2. Abra “Conversa”: “Nova” começa do zero; “A última desta pasta” continua a mais recente; embaixo ficam as conversas salvas nessa pasta, com a idade de cada uma.
  3. Escolhendo uma conversa salva, o cartão ganha o nome dela, a menos que você já tenha dado outro.
  4. Em “Quantidade”, escolha de 1 a 4 para abrir vários terminais iguais de uma vez.

Uma conversa abre num cartão só: com “A última desta pasta” ou uma conversa salva escolhida, a quantidade fica em 1. O campo “Conversa” só aparece quando o comando é o do próprio bloco (claude ou codex).

Veja tambémComandos “/”: /resume e /btwNovo terminal

Cadastrar um servidor

MacWindowsLinuxdesde a 1.0.0

Cadastre cada servidor uma vez, como no Termius: endereço, usuário, senha ou chave, salto e variáveis. Depois ele aparece na barra lateral e em todo lugar que pede uma máquina.

A folha Novo servidor, depois de Testar conexão
A folha Novo servidor, depois de Testar conexão

Passo a passo

  1. Na barra lateral, clique no “+” de Servidores e escolha “Novo servidor…”.
  2. Em Conexão, preencha “Nome”, “Host ou IP”, “Porta” e “Usuário”. Em “Grupo”, escolha uma pasta, “Sem grupo” ou “Novo grupo…”.
  3. Em “Saltar por”, escolha outro servidor cadastrado quando este só se alcança através dele (jump host). “Nenhum (conexão direta)” conecta direto.
  4. Em Autenticação, escolha “Senha”, “Chave SSH” ou “Padrão do Mac”. A chave pode ser colada (“Colar chave”) ou lida de um “Arquivo”, com a “Senha da chave” se ela tiver. “Padrão do Mac” (“Padrão do sistema” no Windows e no Linux) usa o ssh-agent e as chaves de ~/.ssh.
  5. Em Avançado: “Encaminhar o agente SSH” faz as suas chaves valerem nos saltos e no git do servidor; “Servidor de produção” faz os agentes pedirem a sua permissão antes de rodar comandos nos shells dali.
  6. Ainda em Avançado, “Variáveis de ambiente” recebe uma por linha, no formato NOME=valor. Elas valem em todo terminal aberto nesse servidor.
  7. Clique em “Testar conexão”. A folha diz se conectou e se o servidor tem tmux. Depois clique em “Salvar”.

Com variáveis de ambiente dá para ter dois perfis na mesma máquina: por exemplo, CLAUDE_CONFIG_DIR apontando para outra pasta do Claude Code. Ao editar um servidor, “Nome no ssh” mostra o nome que o Octopus usa na conexão.

Veja tambémSenhas e chaves no cofreGrupos de servidoresA trava “Comandos de agentes”

Senhas e chaves no cofre

MacWindowsLinuxdesde a 1.0.0

Senhas de servidor, chaves privadas e senhas de chave ficam só no cofre do sistema (o Keychain, no Mac) e na memória do app. Nunca vão para um arquivo.

Passo a passo

  1. Ao salvar um servidor com senha ou com a chave colada, o Octopus guarda o segredo no cofre. O campo da senha passa a mostrar “no cofre”; o da chave colada, “Guardada no cofre”.
  2. Para trocar, digite a nova senha por cima, ou clique em “Trocar” e cole a nova chave.
  3. Ao apagar um servidor, a senha e a chave guardadas no cofre também são apagadas.

O Octopus entrega a senha só ao ssh, na hora de conectar. Se um comando dentro do servidor pedir senha (um sudo, por exemplo), quem digita é você, no cartão.

Veja tambémCadastrar um servidor

Grupos de servidores

MacWindowsLinux

Junte servidores em pastas na barra lateral: produção, clientes, máquinas de GPU. Cada linha mostra se o servidor está conectado e quantas sessões rodam nele.

O botão direito num servidor da barra lateral

Passo a passo

  1. No “+” de Servidores, escolha “Novo grupo de servidores…”, dê um nome e marque os servidores que entram. Dá para pular e arrastar depois.
  2. Arraste um servidor até a pasta de um grupo, ou use o botão direito › “Mover para” › o grupo, “Sem grupo” ou “Novo grupo…”.
  3. No botão direito do nome de um grupo: “Novo servidor neste grupo…”, “Renomear grupo…” e “Apagar grupo”. Apagar o grupo não apaga os servidores: eles ficam sem grupo.
  4. No botão direito de um servidor: “Novo terminal…”, “Editar…”, “Duplicar” (uma cópia com os mesmos dados e segredos) e “Apagar servidor…”.
  5. O ponto ao lado do nome fica verde quando está conectado e vermelho quando a conexão falhou; o número é o de sessões rodando. Passe o mouse para ver o endereço e o estado.
  6. Numa lista longa, digite parte do nome em “Filtrar”, no alto da barra lateral.

Apagar um servidor avisa quantos terminais do canvas usam ele: esses cartões param de conectar.

Veja tambémCadastrar um servidorImportar do ~/.ssh/config

Importar do ~/.ssh/config

MacWindowsLinux

Traz para o Octopus os hosts que você já tem no ~/.ssh/config. Eles entram num grupo próprio, prontos para abrir terminais.

Passo a passo

  1. Na barra lateral, clique no “+” de Servidores e escolha “Importar do ~/.ssh/config”.
  2. O Octopus diz quantos servidores importou. Eles ficam no grupo “Importados do ~/.ssh”.
  3. Hosts que já estão cadastrados ficam de fora. Se não houver nada novo, aparece “Nada novo para importar”.
  4. Senhas não vêm do ~/.ssh: se um servidor usa senha, edite-o e digite a senha.

Importar só lê o seu ~/.ssh/config; o arquivo continua como estava.

Veja tambémCadastrar um servidorGrupos de servidores

Clicar num servidor: as sessões que já rodam

MacWindowsLinuxdesde a 1.0.9

Um clique num servidor abre o Novo terminal já nele. Embaixo aparecem as sessões que rodam ali, abertas pelo Octopus ou fora dele, para mostrar, trazer para o canvas ou encerrar.

Novo terminal em gpu-01 com as sessões que já rodam lá
Novo terminal em gpu-01 com as sessões que já rodam lá

Passo a passo

  1. Na barra lateral, clique num servidor (ou em “Este Mac”; “Este computador” no Windows e no Linux). Abre o Novo terminal naquela máquina.
  2. Em “Já rodando neste servidor”, cada linha mostra o nome da sessão, a pasta e um selo: “no canvas” ou “fora do Octopus”.
  3. Passe o mouse numa linha. “Mostrar” leva até o cartão que já está no canvas; “Trazer” põe a sessão no canvas como um cartão novo.
  4. Num Claude Code ou Codex aberto fora do Octopus, com “Converter agentes ao trazer” marcado, o botão vira “Trazer e converter”: ele entra com alertas, chat e retomada.
  5. O botão vermelho encerra a sessão no servidor, junto com o que roda nela. O Octopus pergunta antes, com “Encerrar” e “Cancelar”.
  6. O botão de atualizar lê a lista de novo; “Recolher” esconde a lista e “Mostrar” traz de volta.

Sem tmux na máquina, a lista avisa que as sessões não sobrevivem a quedas e oferece “Instalar tmux”, que usa o gerenciador de pacotes dela. Se o sudo pedir senha, o Octopus abre um terminal para você digitar. Na barra lateral, “Este Mac” (“Este computador” no Windows e no Linux) mostra “sem tmux” enquanto falta.

Veja tambémConverter agentes de foraSessões que não caem

Sessões que não caem

MacWindowsLinuxdesde a 1.0.0

Cada terminal roda numa sessão do tmux, no servidor ou no seu computador; no Windows, num serviço do Octopus. Fechar o app, o computador dormir ou a VPN cair não para o que está rodando: o cartão reconecta e mostra a mesma tela.

A VPN cai, o treino continua no servidor e o cartão reconecta

Passo a passo

  1. Abra o terminal como sempre. O Octopus cria a sessão na máquina e liga o cartão a ela.
  2. Se a rede cair, o cartão mostra “Reconectando…” e volta sozinho quando a conexão volta. O programa continua rodando no servidor o tempo todo.
  3. Feche o Octopus quando quiser. Na próxima vez, cada cartão reabre a sua sessão, onde ela estiver.
  4. O que encerra uma sessão é excluir o cartão (um agente fechado vai para o histórico, de onde volta com a mesma conversa) ou o botão de encerrar na lista de sessões do servidor.

Ao sair, o Octopus fecha as conexões ssh que abriu, e troca por uma nova a conexão que parou de responder (queda de rede, computador dormindo). Para os agentes seguirem com o computador sem dormir, veja Ajustes › Energia.

Veja tambémReconexão e as telas do cartãoClicar num servidor: as sessões que já rodamFechar é arquivarManter acordado

Reconexão e as telas do cartão

MacWindowsLinuxdesde a 1.0.0

Enquanto conecta, quando a conexão cai ou depois que uma sessão termina, o cartão mostra uma tela por cima com o que está acontecendo e um botão para o próximo passo.

Um terminal de servidor reconectando, com Tentar agora
Um terminal de servidor reconectando, com Tentar agora

Passo a passo

  1. “Abrindo o terminal…”, “Abrindo a sessão…” ou “Conectando a staging…”: o cartão está abrindo a sessão.
  2. “Reconectando… (tentativa 2)”: a conexão caiu e o Octopus tenta de novo sozinho. “Tentar agora” não espera a próxima tentativa.
  3. “Desanexado. A sessão continua no servidor.”: o cartão saiu da sessão, que segue rodando. “Reconectar” volta para ela.
  4. “A sessão terminou.”: o programa saiu ou a sessão foi encerrada. “Iniciar de novo” abre uma sessão nova com o mesmo programa.
  5. Se a conexão falha, a tela mostra o erro e “Tentar de novo”.
  6. Para reconectar a qualquer momento, use “Reconectar” na barra do cartão ou no botão direito. Com vários cartões escolhidos, o botão reconecta todos.

Cada servidor mantém até seis terminais conectados ao mesmo tempo. O próximo mostra “Em espera: limite de terminais conectados neste servidor.” e “Conectar este”, que solta o usado há mais tempo; a sessão dele continua rodando.

Veja tambémSessões que não caem

Shell ao lado

MacWindowsLinuxdesde a 1.0.1

Abre um shell na mesma máquina e na mesma pasta de um agente, ao lado dele e já ligado por um cabo. O agente roda comandos ali e você vê cada um acontecer.

Um Claude Code com o Shell ao lado, ligados por um cabo
Um Claude Code com o Shell ao lado, ligados por um cabo

Passo a passo

  1. Escolha o cartão de um agente (Claude Code, Codex ou outro programa que não seja um shell).
  2. Aperte ⌥⌘TLíder S, clique no botão Shell ao lado da barra do cartão ou use o botão direito › “Shell ao lado”.
  3. O shell abre ao lado, no mesmo grupo e ligado ao agente. Peça ao agente para rodar algo ali: ele usa o octo run e o comando aparece digitado no cartão.
Shell ao lado⌥⌘TLíder S

O que o agente pode fazer nesse shell depende da trava “Comandos de agentes” do cartão.

Veja tambémComandos num shell ligadoA trava “Comandos de agentes”

Duplicar

MacWindowsLinux

Cria outro terminal no mesmo servidor e na pasta em que o original está agora, com o mesmo programa e a mesma aparência. Ele abre ao lado e entra no grupo do original.

Passo a passo

  1. Escolha um terminal e aperte ⌘DCtrl+Shift+D, ou use Duplicar na barra do cartão ou no botão direito.
  2. O cartão novo abre ao lado. Um agente começa uma conversa nova; um chat abre como chat.
Duplicar⌘DCtrl+Shift+D

Para continuar a mesma conversa em outro cartão, use “Conversa” no Novo terminal.

Veja tambémConversa e Quantidade

Cole um print ou arquivos copiados num terminal e o Octopus digita os caminhos. Num servidor, ele envia os arquivos antes. O Claude Code e o Codex leem a imagem pelo caminho.

Um print colado no Claude Code vira [Image #1]

Passo a passo

  1. Copie uma imagem (um print, uma figura de uma página) ou arquivos no Finder ou no explorador de arquivos.
  2. Clique no terminal e aperte ⌘VCtrl+Shift+V. O caminho de cada arquivo é digitado no prompt; num servidor, os arquivos vão para lá antes.
  3. No Claude Code e no Codex, a imagem vira [Image #1]. Escreva a pergunta e envie.
  4. Arrastar arquivos do Finder (ou do gerenciador de arquivos no Windows e no Linux) ou da árvore de arquivos e soltar no terminal faz o mesmo: o caminho é digitado.
  5. No Windows e no Linux, Ctrl+Shift+C, Ctrl+Shift+V e Ctrl+Shift+A copiam, colam e selecionam tudo no terminal (também Ctrl+Insert e Shift+Insert; no Windows, Ctrl+V cola). Ctrl+clique abre links e caminhos de arquivo, e no Linux o botão do meio cola a seleção.
Colar⌘VCtrl+Shift+V

Num chat, a imagem colada vira um anexo da mensagem.

Veja tambémAnexos e @ arquivos

Copiar caminho da pasta

MacWindowsLinuxdesde a 1.0.36

Copia o caminho completo da pasta em que o terminal está agora, na máquina do cartão. Vale para agentes e shells.

Passo a passo

  1. Clique com o botão direito no cartão (nas Abas, também no “⋯” da parte).
  2. Escolha “Copiar caminho da pasta”. Um aviso mostra o caminho copiado e, num servidor, de qual máquina ele é.

É a pasta de agora, não a de quando o terminal abriu: se você entrou em outra pasta com cd, vale a nova.

Abrir no editor

MacWindowsLinux

Abre a pasta de um terminal ou de uma árvore de arquivos no VS Code ou no Cursor. Num servidor, o editor abre pelo Remote-SSH, com a mesma conexão do Octopus.

O menu do editor num terminal de servidor

Passo a passo

  1. Escolha um terminal ou uma árvore de arquivos e clique no botão do editor na barra do cartão, ou use o botão direito › “Abrir no editor”.
  2. Escolha “Abrir no VS Code” ou “Abrir no Cursor”. Num servidor, o item termina em “(via SSH)”.
  3. Na primeira vez com um servidor, o Octopus pede para pôr uma linha no topo do seu ~/.ssh/config, para o editor usar a mesma conexão. Ele guarda uma cópia do arquivo em ~/.ssh/config.octopus-backup. Clique em “Adicionar”.
  4. O editor abre a pasta no servidor; lá, os servidores do Octopus aparecem como octopus-…. Se ele perguntar o sistema do servidor, é Linux.

Sem VS Code nem Cursor instalados, o menu mostra “Instale o VS Code ou o Cursor”.

Veja tambémAbrir uma árvore de arquivos